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Secretaria de Trânsito estuda viabilidade de redutores de velocidade na Tabajara Pedroso e Santa Luzia

Por: João Oliveira | Categoria: Cidades | 26-04-2019 21:48 | 617
Foto de Arquivo

A Secretaria Municipal de Segurança Pública, Trânsito, Transporte e Defesa Civil tem feito estudos de viabilidade para implantação de redutores de velocidade nas ruas Tabajara Pedroso e Santa Luzia. Em ambas tem sido registrado muitos acidentes de trânsito. No entanto, o secretário Miguel Félix, diz que é preciso de análise criteriosa, vez que há lei que regulamenta esse tipo de dispositivo.

“Há uma demanda para a implantação para que haja alguma regulamentação neste sentido naquele local e traga esta segurança aos moradores, embora não seja de responsabilidade do Departamento de Trânsito esses acidentes, uma vez que tem acontecido devido imprudência dos próprios condutores e ciclistas, e sabemos como eles descem por aquela via”, destaca o secretário.

No final da tarde de quinta-feira (25/4), um adolescente ficou seriamente ferido após atingir uma Belina que fazia o cruzamento para acessar a rua Paulo Osias de Sillos (matéria nesta edição).

O secretário destacou que, apesar das limitações, tanto a Tabajara Pedroso quanto na Santa Luzia, estão sendo estudadas. Entretanto ele comenta que o Código Brasileiro de Trânsito (CBT) restringe alguma vias de receber redutores de velocidade.

“Inclusive, temos respondido a questionamentos jurídicos referente a implantação de lombadas em Paraíso no que se refere a alguns critérios. Para que implantemos uma lombada é preciso um estudo criterioso e nosso Departamento de Trânsito tem feito isto, não somente na Tabajara, mas em outras vias também, para ver um mecanismo de inibição a fim de evitar esses acidentes”, ressalta.

Miguel chama a atenção para a imprudência de condutores e ciclistas no trânsito paraisense. “Existe um abuso por parte de ciclistas também, e estamos tentando tomar medidas viáveis, tendo em vista as dificuldades que enfrentamos e a esses questionamentos jurídicos, já que a partir do momento que fazemos esta intervenção, o município passa a ser corresponsável por aquela via e temos sido muito cobrados judicialmente no que se refere a esses quebra-molas”, completa.