CINCO MESES

Quarteirão da rua Alfredo Fidelis Marques está fechado há cinco meses

Por: Sebastião Tadeu Ribeiro | Categoria: Cidades | 25-05-2019 08:31 | 3265
Devido a rua Alfredo Fidélis Marques estar interditada neste trecho, condutores de veículos estão transitando na contra mão na rua José de Bello
Devido a rua Alfredo Fidélis Marques estar interditada neste trecho, condutores de veículos estão transitando na contra mão na rua José de Bello Foto de Jornal do Sudoeste/Sebastião Tadeu

Há cinco meses, ou seja, desde o início do ano o trânsito de veículos está impedido no início da rua Alfredo Fidelis Marques a partir da rua Alferes Patrício. A interdição conforme já publicado anteriormente pelo Jornal do Sudoeste foi ocasionada pela queda de muro e pelo leito daquela via pública ter sido comprometido.

A situação continua a mesma. Muro caído e a rua com enorme buraco provocado por enxurradas. No trecho entre as ruas Alferes Patrício e Geraldo Marcolini a rua Alfredo Fidelis Marques está interditada para veículos.

Como consequência, conforme constatamos na manhã de sexta-feira (24/5), condutores tem entrado na contramão pela rua José de Bello.

A rua Alfredo Fidelis Marques liga diversos bairros, e o fluxo de veículos leves e pesados é intenso. Não poderia em hipótese alguma estar intransitável por tanto tempo, já caminhando para cinco meses.

Veículos de maior porte como caminhões e ônibus quando vêm da parte baixa da cidade sentido Jardim Irmãos Bello, Lagoinha, dentre outros, quando chegam ao trecho interditado são obrigados a convergir sentido rua Dr. João Pedro até o cruzamento com a avenida Monsenhor Mancini, ou terão que convergir pela rua Alferes Patrício até a rua Pinto Ribeiro, área central para seguir pelo destino programado.

É um trânsito imenso com grande perda de tempo e gasto de combustível além de outros desgastes em veículos, e o emocional em condutores.

Este tipo de situação, a morosidade, excessiva demora para se resolver problema de fácil solução, só gera aborrecimentos a condutores, moradores das proximidades, além de desgastar a imagem da administração municipal.