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Novo gerente da Caixa em Paraíso fala sobre "Minha Casa, Minha Vida"

Por: João Oliveira | Categoria: Cidades | 05-06-2019 14:15 | 184
Luiz Cláudio assumiu a gerência da agenda da Caixa em Paraíso e tirou dúvidas diversas dos vereadores
Luiz Cláudio assumiu a gerência da agenda da Caixa em Paraíso e tirou dúvidas diversas dos vereadores Foto de ASCAM

O novo gerente da agência da Caixa Federal em São Sebastião do Paraíso, Luiz Cláudio Calixto, foi à Câmara se apresentar à comunidade paraisense. Ele convidou a todos que tenham interesse e queiram conhecer os serviços ofertados pela Caixa que procurem a agência. Luiz veio de Poços de Caldas, mas ressaltou que a família de sua esposa é toda de São Sebastião do Paraíso.

O vereador José Luiz das Graças quis tirar dúvidas e pediu que o gerente esclarecesse o funcionamento de convênio da Caixa e o programa "Minha Casa Minhas Vida" com municípios que desejam ter casas em pareceria com o Cohab. Conforme o gerente, o programa continua firme e funciona em diferentes faixas.

Segundo esclareceu Calixto, para aqueles que têm renda de até R$1,8 mil, o programa é feito em parceria com a Prefeitura e tem envolvimento de todos os poderes, inclusive Legislativo. "Acima desses valores e até R$ 7 mil, o Programa MCMV é feito diretamente com a Caixa ou através de uma parceria que pode ser privada ou público/privada. Nós estamos agora, neste momento, recebendo proposta de R$1,5 mil, R$2,5 mil e até desta renda de R$ 1,8 mil. Há o subsídio, que fazemos na hora da apuração da renda e apresentação dos documentos e análise", explica.

Calixto destacou que não há nada para se preocupar em relação ao programa e disse que em Paraíso "a Caixa Econômica não é apenas Federal, mas também Caixa Econômica Municipal". Ele reforçou ainda que o programa contempla rendas de até R$ 7 mil e o que muda são valores de subsídio e valores de análise que são feitos na hora.

Após os esclarecimentos, José Luiz da Graça questionou sobre a possibilidade da Caixa abrir novos pontos de correspondência da Caixa, que segundo ele faz falta em outros bairros. De acordo com o gerente, são duas categorias de correspondentes: negocial e transicional.

O primeiro, segundo explica, é o que recebe propostas de programas como "Minha Casa, Minha Vida" deixar o processo mais rápido; os segundo é o correspondente que faz e recebe pagamentos, no entanto, ele destacou que a segurança tem sido um problema e os próprios parceiros que antes eram correspondentes, não estão querendo mais oferecer esse serviço, dado casos diversos de assalto e estouro de caixas eletrônicos.

 "A Caixa está à vontade e pode estar disponibilizando esse serviço, mas por questões de segurança não está sendo possível, exceto os casos de correspondentes negocial. Essa falta de segurança é uma questão séria que estamos enfrentando", ressaltou.

Jerônimo Aparecido da Silva destacou a importância da instituição bem como reconheceu o trabalho de gerentes que por ali passaram. O vereador também questionou sobre a atual situação do Fies. De acordo com o gerente, o Fies atualmente está "pacificado" e reconheceu que houve uma espécie de contingenciamento. "Ele está aberto, há as parcerias com as universidades e estamos recebendo as propostas. Está funcionando normalmente e não haverá problemas de contingenciamento ou falta de verba", disse.

A vereadora Cidinha Cerize resaltou sobre a necessidade de haver diálogo para que seja criada uma via de favorecimento ao MCMV em São Sebastião do Paraíso para a sociedade. O vereador Vinício Scarano questionou o que mais poderia ser feito para acesso a este programa, além do cadastro que é feito pelo município aos interessados em obter a casa própria pelo MCMV.

O gerente da Caixa explicou que por enquanto esta faixa do MCMV está suspensa porque o Governo estuda como voltar com este sistema. "Isto porque a pior coisa que pode acontecer para o município ou para o país são obras paralisadas e houve casos assim. Então, o novo governo está propondo reativar isto, mas com muito estudo técnico. Nesse momento o MCMV 1 está suspenso. Quando ele volta, é algo que realmente só pode partir do Poder Público", explicou.

Marcelo de Morais solicitou uma força tarefa entre Caixa e Prefeitura para fazer um trabalho junto ao Parque Belvedere já que, segundo ele, muitos venderam ou alugaram os imóveis adquiridos. "De repente com uma força tarefa entre Caixa e Prefeitura, poderão ser identificados esses imóveis, requerer e dar àqueles que realmente estão necessitando", disse.

O gerente destacou que está à disposição para recebê-los e encaminhar as demandas que forem levadas à Caixa para os órgãos competentes.