IMPORTUNAÇÃO

Voluntários na Igreja N.S. da Abadia queixam-se de importunação de alcoólatras

Por: Sebastião Tadeu Ribeiro | Categoria: Cidades | 29-06-2019 17:46 | 955
Leitores e fregueses do alto da Mocoquinha e Bairros adjacentes, estão contentes com o retorno das atividades da Banca de Jornal na Praça da Abadia
Leitores e fregueses do alto da Mocoquinha e Bairros adjacentes, estão contentes com o retorno das atividades da Banca de Jornal na Praça da Abadia Foto de Sebastião Tadeu Ribeiro

Há pouco mais de duas semanas publicamos matéria sobre elementos sadios e desocupados que abordam condutores de veículos em semáforos, pedindo, e até mesmo exigindo esmolas, em São Sebastião do Paraíso, principalmente nos cruzamentos das avenidas Angelo Calafiori e Dr. Delfim Moreira, e também rua Dr. Placidino Brigagão com a Delfim. E tais elementos continuam agindo impunemente.

Nesta semana o “JS” foi procurado por fiéis que prestam serviços voluntários na Igreja Nossa Senhora da Abadia, que pedem as autoridades responsáveis pela segurança pública, saúde e ação social do município, providências quando moradores de rua que frequentam diariamente a Praça da Abadia.

Conforme explicam, dentre referidos moradores de rua há alguns que se embriagam, e abordam e chegam coagir pessoas, normalmente quando elas estacionam seus veículos. Pedem dinheiro e deixam pessoas receosas e constrangidas, além de dificultarem o acesso à igreja para participarem de celebrações.

Segundo informações, alguns destes que se embriagam, chegam deitar no corredor interno da igreja bem na hora de missas. “Com educação eu mais alguns fieis que estavam presente à missa fomos levantar um rapaz que estava acompanhado por um cão, mas o rapaz ficou irado, e o cachorro avançou em nós. Por pouco sofremos mordidas”, disse um senhor que pediu para não ser identificado.

Também já aconteceu de elemento que frequenta diuturnamente a praça, totalmente embriagado, se infiltrar junto ao coral da igreja, atrapalhando cantores e zombando, disse um voluntário da igreja.

Além disso, conforme denunciam, alguns elementos fazem necessidades fisiológicas em canteiros na praça, além de atos obscenos, isso mesmo com a presença de pessoas que passam pelo local.

Denunciantes reclamam que a praça foi abandonada, e alertam que o proprietário de um animal costuma leva-lo para pastar gramas da praça à tarde, e além de outros inconvenientes a praça fica suja de fezes e urina.

Solicitam providências para que referidos andarilhos sejam encaminhados para tratamento de alcoolismo, ou outras dependências químicas.

Vale lembrar que é previsto no Código Penal que “escarnecer alguém publicamente por motivo de crença, função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso, vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, é crime, e o infrator pode sofrer pena de detenção de um mês a um ano, ou multa, cujo valor deve ser estipulado pela justiça.

Um dos voluntários mencionou que entre os elementos desocupados há apelidado de Xuxa, de físico forte, jovem que assusta as pessoas em suas abordagens.

Os reclamantes solicitam que seja feita identificação, entendendo que alguns andarilhos que permanecem naquela praça merecem tratamento de saúde e serem conduzidos para clínicas, e posteriormente retornarem ao convívio de familiares. “O que não se pode é deixar como está para ver como fica. Pagamos impostos para receber assistência digna e necessária de autoridades constituídas e nisso se inclui a segurança pública e o bem estar.