CURTAS EDIÇÃO 2317

Curtas

Por: Redação | Categoria: Cidades | 03-07-2019 09:21 | 188
Foto de Reprodução

Vandalismo
Alguns bancos quebrados, na Praça Santa Paula Frassinetti (Lagoinha), na Praça Comendador João Alves (Fonte), Praça São José, na Praça Dr. Álvaro Pinto Vilela (próximo a UPA), além de outras “insurgências” contra o patrimônio público municipal foram registrados nos últimos dias. O fato foi comentado em redes sociais, e questionou-se a falta de atuação da Guarda Municipal, que tem por mister guardar e zelar pelo patrimônio público do município, em especial.

Retaliação”
Conforme matéria publicada nesta edição, o Jornal do Sudoeste ouviu o secretário municipal de Segurança, Miguel Félix. Ele atribuiu o quebra-quebra como sendo uma “retaliação” à Guarda Municipal, que na semana anterior abordou alguns menores na Lagoinha que estavam com maconha. Os rapazes foram apreendidos e conduzidos à Delegacia de Polícia.

Fumacê
A presença constante de jovens fumando e alguns traficando drogas na Lagoinha tem sido motivo de queixas de frequentadores daquele local, que pediram a intervenção para pôr um paradeiro na desagradável situação. Aquela área de lazer é também utilizada para caminhadas, e práticas na academia ao ar livre. E com o “fumacê” não dá certo. Aliás, a ação da Guarda Municipal e das Polícias Militar e Civil vinha sendo pedida há algum tempo.

Identificados
Segundo o secretário Miguel Félix, os menores vândalos foram identificados e estão sendo procurados. Além de medidas cabíveis na esfera judicial, terão que arcar com o prejuízo causado ao patrimônio público. Seria oportuno que nas medidas sócio-educativas a serem aplicadas, ficassem obrigados a cuidar da reconstrução e conservação daquilo que destruíram.

Parcela
Secretaria de Fazenda anuncia escala de pagamento para o mês de julho. Na primeira cota serão depositados até R$ 3.000 para os servidores da Segurança Pública e da Saúde. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 2.000 abrange. Na segunda parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores. O Governo de Minas também deverá ser pagar no dia 22 de julho a sexta parcela do 13º não honrado pela gestão anterior.

Semestre
O governo de Romeu Zema completa seis meses de atividades anunciando conquistas no enfrentamento da crise. Com rombo herdado de mais de R$ 34 bi, em restos a pagar, a gestão adota medidas para colocar o Estado no caminho do desenvolvimento. Isso significa que fornecedores e prestadores de serviços, por exemplo, ficaram sem receber. E, para este ano, o déficit no orçamento foi revisto para R$ 15,2 bilhões. Para equacionar essa conta e voltar a oferecer serviços de qualidade à população, a equipe do governo apresentará, em breve, um Plano de Recuperação Fiscal, que vem sendo elaborado nesses seis primeiros meses de gestão.

Homenageado
O ex-deputado federal e agora presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles foi um dos homenageados e recebeu o “Troféu Tancredo Neves” edição 2019. A solenidade foi realizada no auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE), em Belo Horizonte. Pelo 32º ano consecutivo, o Jornal Edição do Brasil premia personalidades representantes dos mais diferentes segmentos, como do judiciário, economia, comunicação, cultura, administração pública e profissionais liberais.

Da criança
Os membros do Conselho Municipal da Criança e Adolescente, de São Sebastião do Paraíso realizaram na semana passada reunião ordinária. Foram tratados os assuntos sobre as Políticas Públicas sobre a Prevenção às Drogas e sobre as Políticas Públicas sobre a Proteção da Criança e Adolescente, que devem ser implantadas no Município. Segundo consta, é triste a realidade enfrentada na cidade. A nova diretoria do conselho está tratando a situação com muita seriedade, responsabilidade e já pretende implementar uma série de medidas para minorar as dificuldades encontradas no setor.

Dois pesos
“Já repararam que o pau que bate em Chico às vezes não bate em Francisco?” Quem afirma é o juiz de direito e escritor, Renato Zupo, em sua coluna nesta edição do “JS”.  Conforme aponta, “o STF decidiu institucionalizar e tipificar o crime de homofobia, igualando-o ao racismo como qualificadora em crimes contra a honra e congêneres. Ou seja, o Supremo Tribunal Federal legislou, o que não é sua atribuição constitucional – mas tudo bem, dirão alguns, é politicamente correto. Já o Presidente Jair Bolsonaro, que regulou armas de fogo através de decretos, não pode legislar, e teve que revogar suas decisões antes que o Congresso as repelisse”, disse Dr. Zupo.

Deformadores
Segundo Dr. Zupo, “a imprensa repleta de deformadores de opinião achou certo o repúdio legislativo aos esforços presidenciais para fazer valer a vontade popular, desde a década passada tendente à ampliação do acesso do cidadão comum às armas de fogo. Ou seja, o STF pode legislar, Bolsonaro não”.