ACADEMIA PARAISENSE DE CULTURA

Literatura-Dia Internacional da Mulher-Cultura Popular-Cordel-Grupo de Capoeira “Muzenza”

Por: Nelson de Paula Duarte | Categoria: Cultura | 21-03-2020 16:44 | 441
Foto de Reprodução

Um pouco da cultura baiana com os escritores António Frederico de Castro Alves, Ruy Barbosa, Francisco Diniz, paraibano e Vinicius de Morais, carioca. Muito bem representados na sessão acadêmica de 4 de março, na sede da A.P.C.: Leila Yunes, Maria Rita Preto Miranda, Edyna Maldi Borges, Miriam Lauria Mantovani e Marília Souza Neves. Jorge Amado, pelo acadêmico Dr.Luiz Ferreira Calafiori.

Sobre os escritores:
Antonio de Castro Alves, natural de Curralinho, principal poeta da terceira geração do Romantismo Brasileiro, figura entre os mais renomados escritores da literatura nacional.

Ruy Barbosa de Oliveira, jurista, advogado, diplomata, filólogo, escritor emérito, jornalista. Jorge Amado-Eleito em 1961 para a cadeira de número 23, da Academia Brasileira de Letras, que tem por patrono José de Alencar e por primeiro ocupante, Machado de Assis.

Francisco Diniz, paraibano, sertanejo de Santa Helena .Músico, poeta cordelista .

Vinicius de Moraes, poeta, compositor de música popular, cronista e crítico de cinema.

Abaetê Ari leu o poema, “Mulher”, homenageando o Dia Internacional da Mulher, de Dalila Cruvinel. O Dia Internacional da Mulher, foi institucionalizado em 1975 pela ONU para lembrar as conquistas políticas e sociais.Vem desde então.

Convidados ao jardim, pelo Presidente André Cruvinel, à apresentação da Capoeira baiana, pelo grupo de Capoeira “Muzenza”. Encantou pela harmonia dos movimentos.

Capoeira é Arte Marcial desenvolvida pelos escravos trazidos da África ao Brasil. Treinavam em forma de dança, para seus patrões não perceberem seu treinamento.

Passou a ser imaginada como um símbolo de identidade brasileira por intelectuais e capoeiristas, entre as décadas de 1930 e 1960.

Após magnífica apresentação, o Grupo de Capoeira “Muzenza” recebeu das mãos do Presidente André o certificado da APC,  parabenizando ao senhor Renato Ribeiro e integrantes do grupo pela magnífica apresentação.

“Não tenho para onde ir

pois amo este meu chão,

vibro ao ouvir o meu Hino

e jamais usei a minha Bandeira

para enxugar o suor

ou enrolar o meu corpo

Na pecaminosa manifestação de nacionalidade”.
Ruy Barbosa