NOTIFICAÇÕES

DENGUE: Confirmações desaceleram, mas notificações ainda estão sendo registradas

Por: João Oliveira | Categoria: Cidades | 21-06-2020 09:12 | 267
Foto de Reprodução

Novo balanço divulgado pela Vigilância em Saúde em São Sebastião do Paraíso mostrou que foram confirmados apenas três novos casos da dengue em relação ao balanço divulgado na sexta-feira (12/6). Já são 98 casos positivos, mas a expectativa é que com o frio, os números se mantenham estáveis, no entanto a coordenadora do setor, Daniela Cortez, ressalta a importância da população estar atenta e não baixar a guarda para a doença.

No município foram notificados 286 casos prováveis (notificados + confirmados), dos quais 84 deram negativo, 98 confirmados, 15 descartados e 2 indeterminados. Nas últimas quatro semanas, foram 53 novas notificações. Levantamentos apontaram que entre os casos confirmados, apresentou-se o tipo dois da dengue, que não era notificado há quase 10 anos. Os casos estão distribuídos por quase todas a cidade, além do distrito de Guardinha, onde foi registrado um aumento dos casos neste ano.

De acordo com a coordenadora da Vigilância em Saúde, agentes de endemia estão no processo de finalização do “reconhecimento geográfico” dos imóveis, que tem como objetivo embasar as ações realizadas pela epidemiologia no município, tais como metas de trabalho, número de visitas, redivisão de áreas a serem trabalhadas, entre outras questões.

“Terminando este trabalho, iniciamos as visitas de rotina, mas só entraremos nas casas que tiverem passagem externa, e que não tenham idosos ou pessoas em grupo de risco, para que não possamos correr o risco de levar o corona para essas residências.

Os agentes estarão usando máscara, álcool em gel, para ter o menos contato possível, mas precisamos de muito apoio da população porque vamos conseguir passar em menos residência do que é de costume nossa. É preciso que a população continue limpando seus quintais. Ainda estamos apresentando casos de dengue, em número reduzido, mas ainda existe o risco da doença, porque temos o vetor e vírus. É preciso que a comunidade nos apoie”, finaliza.