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Francisco Cândido Xavier

Por: Redação | Categoria: Cultura | 01-07-2020 12:31 | 109
Foto de Reprodução

Chico Xavier, um homem do qual não se ouviu falar que tenha prejudicado a alguém. Simples, humilde, venerável por seu caráter e virtude. Aceitou o mundo como ele é, viveu o momento, em um tempo muito próximo do poder violento, não podia fazer mais do que fez. O que foi e realizou demonstram a dimensão de sua personalidade.

Dotado de extrema sensibilidade, sentia os espíritos, que se manifestam onde há consciências investigativas. Consolou seguidores de várias crenças sem interrogar-lhes a consciência. Cultivou o amor em sua essência, semeou a paz e venceu sua missão sem desviar-se do caminho. Homem de Deus, gênio humaniza dor  da Filosofia Espírita. Glorioso e inesquecível médium.

Sua inabalável trajetória de vida está acima dos maus elogios. Humanos de todos os credos fariam bem levar a sério a lei do Amor. Algumas pessoas escutam apenas a própria opinião, enxergam o ocultismo com lentes escuras. Na visão do admirável médium, religião é algo sagrado que possuímos, é preciso evoluir a partir dela.

A fé cega transforma seguidores em fanáticos. Alguns afirmam que a sua religião é melhor! Será que todas as outras estão erradas? O que será de nós? Religião é a que se vive com o semelhante no dia a dia durante a vida, duas são boas, a sua e a minha, pratique a sua respeite as outras. As coisas têm sentido quando nós as conhecemos, controle as emoções modere suas opiniões, considerando tudo que sabemos de Deus o que dizer do sentido da vida?

Tudo que fizermos deve ser revisto, ouça seu coração, seja verdadeiro, não dê espaço à fé cega nem permita que o primitivismo religioso familiar sobreponha á fé racional. Modere suas opiniões, quem fala muito sabe pouco, quem fala pouco sabe muito. Pobres e ricos vêm e vão, o mundo continua; uma coisa é certa, no final reencontraremos. 

Francisco Candido Xavier, sua biografia se lê em quase toda parte.

Sua alma está aberta a todos...

No dia trinta de junho de dois mil e vinte, completam-se dezesseis anos de seu falecimento.

Laércio Felício da Silva membro da Academia Paraisense de Cultura