PRESO

Homem é preso ao tentar colocar fogo em lote vago no Jd. São José, em Paraíso

Bombeiros lembram que colocar fogo intencionalmente em vegetação é crime e pode levar a multa e prisão
Por: João Oliveira | Categoria: Polícia | 23-07-2020 16:20 | 1425
Foto de Reprodução

Um homem, de 57 anos, foi preso no início da noite de quarta-feira (22/7), após o 2º Pelotão de Bombeiros Militares receber informações que o suspeito estaria ateando fogo em vegetação em lote vago no Jardim São José. De posse das informações, bombeiros militares se deslocaram ao local onde com apoio da Polícia Militar conseguiu identificar e deter o indivíduo, que foi preso pela prática de incêndio criminoso.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros, após receber denúncia, a guarnição de salvamento se deslocou ao local onde haviam alguns focos de incêndio em um terreno de aproximadamente 300 metros quadrados. No momento da chegada dos bombeiros, o suspeito estava colocando alguns papéis para queimar juntamente com a vegetação que havia sido cortada.

Durante questionamentos, o homem teria relatado que roçou seu terreno e que ele teria recebido informações para atear fogo no material que tinha permanecido no lote. Disse também que seu lote vem sendo constantemente utilizado como depósito de entulho, proveniente de vizinhos do local.

Como o fogo havia acabado de ser ateado, não houve necessidade de combate o incêndio, apesar de estar produzindo apenas fumaça e não colocando em risco os muros das residências próximas. Diante disto, foi dada a voz de prisão ao homem pela prática de crime ambiental.

O Corpo de Bombeiro lembra que colocar fogo em lote vago, configura como crime tipificado no artigo 54 da lei federal 9.605, de 1.998, que diz que “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora: pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa”. A Polícia Militar foi acionada para conduzir o homem até a Delegacia de Polícia, que permaneceu sob custódia do Corpo de Bombeiro de Bombeiros e da Polícia Militar até o registro do fato.