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Não é hora de propagar discórdia, senhor ministro

Por: Redação | Categoria: Do leitor | 05-08-2020 01:46 | 144
Foto de Reprodução

Parabenizo ao ministro Dias Toffoli que se manifestou elogiando o trabalho do governo federal no combate a pandemia. Toffoli compreendeu que existe um vírus circulando em escala mundial e não existem barreiras contra a doença.

Os governos da Alemanha, os países da Europa e os Estados Unidos da América foram incapazes de evitar a contaminação pelo Covid19 em suas nações, que culminou com números elevados de óbitos. Evidentemente não podemos comparar a cultura de países como Japão e Coréia do Sul quando o assunto for o combate ao Coronavirus, pois, os orientais são extremamente metódicos, disciplinados e utilizam as máscaras de proteção, muito antes da pandemia.

Infelizmente isso não aconteceu no Brasil, basta voltarmos no mês fevereiro, quando as principais capitais do país promoveram suas festas de carnaval sem qualquer restrição por parte dos governos locais, ignorando o alerta do governo federal emitido através da PORTARIA Nº 188, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2020 em que declara: Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (ESPIN) em decorrência da Infecção Humana pelo novo Coronavírus (2019-nCoV). Todos os Estados ignoraram os avisos sobre a Covid19 mesmo sabendo que se tratava de uma pandemia mundial.

Além dos problemas que nosso país tem enfrentado com a pandemia, temos outro dilema pela frente: alguns ministros do STF têm agido politicamente, atuando de forma ideológica, ultrapassando os limites da separação dos poderes estabelecidos em nossa Constituição Federal. Neste sentido podemos citar o ministro Gilmar Mendes, que ao contrário de seu colega Dias Toffoli, vem atacando as atuações do Executivo Federal em conluio com a Rede Globo de televisão, no sentido de arrumar um culpado nesta tragédia mundial. Não é hora de propagar a discórdia senhor ministro. O ministro interino, general Pazuello, está cumprindo uma missão patriótica em benefício do Brasil.

Por fim, o que podemos tirar de todo exposto: devemos seguir com as recomendações estabelecidas pela OMS e Ministério da Saúde, sem a tentativa irrelevante de culpar quem quer que seja, pois, isso não trará a cura para esta doença que assola o mundo. Precisamos dar fim às intempéries entre os poderes para que saiamos em condições mínimas de retomada do país e com o menor dano humano e econômico possível. 

SEBASTIÃO CÂNDIDO JÚNIOR – Brasília.