COMBUSTÍVEIS

Constante alta no preço de combustíveis, consumidor é quem paga o pato

Por: Sebastião Tadeu Ribeiro | Categoria: Comércio | 21-02-2021 12:31 | 926
Foto de Reprodução

Devido aos constantes aumentos nos preços de combustíveis, inclusive o anunciado nesta quinta (18/2), e que entrou em vigor na sexta (19/2) o Jornal do Sudoeste verificou valores praticados nos 20 postos de revenda em São Sebastião do Paraíso.

Foi constatado que em alguns estabelecimentos houve alteração, reajuste para maior de R$ 0,20 no litro da gasolina, etanol e óleo diesel.

Na quinta-feira gasolina era encontrada por R$ 5,309 o etanol a R$ 3,709 e o diesel a R$ 3,899. Um dia depois passou para R$ 5,509 a gasolina, R$ 3,909 o etanol e R$ 4,099 o óleo diesel.

É oportuno lembrar que o ministro da economia Paulo Guedes e o presidente Bolsonaro têm lutado para conseguir reduzir os preços dos combustíveis aqui no Brasil, inclusive do GLP, o Gás de Cozinha.

Assim que a Petrobras anunciou aumento de combustíveis nesta quinta (18/2), o presidente Bolsonaro anunciou que a partir do dia 1.º de março não haverá mais qualquer imposto federal incidindo sobre o óleo diesel por dois meses, e que este aumento foi “fora da curva”. Disse que não pode interferir na Petrobras, mas que “vai ter consequência”.

A princípio quando o presidente fala em dois meses sem imposto, ele justifica que é o prazo para providenciar medidas definitivas.

Isto já ocorreu em relação ao gás de cozinha, conforme o presidente também anunciou quinta-feira (18/2). Segundo ele a partir de 1.º de março não haverá imposto federal, em definitivo sobre o gás de cozinha.

Ele reforçou que fazendo as contas metade do valor pago pelo botijão de gás se refere imposto estadual.

O presidente Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes têm encontram barreiras forte, tanto da Petrobrás como em governadores que não querem abrir mão do ICMS. 

Altos preços de combustíveis tem acarretado uma avalanche de aumento de preços de todos produtos de consumo, com isto sobe a inflação, os salários dos trabalhadores brasileiro está estagnado. O resultado de tudo isso gera desemprego, pobreza e desarmonia social no País.

Para finalizar, vale lembrar que 99,9% da classe trabalhadora brasileira formal e informal tem seus salários ou rendimentos em moeda nacional, ou seja o real e não em dólar.

Quanto a explicação normalmente dada que o preço dos combustíveis ocorre para acompanhar o mercado internacional, há de se lembrar que o Brasil é autosuficiente na produção de petróleo, e é no mínimo injusto o sacrifício do consumidor brasileiro, que tem pagado o pato.