FATURAMENTO

Câmara quer saber da Copasa qual seu faturamento e custos em Paraíso

Por: Nelson de Paula Duarte | Categoria: Política | 25-03-2021 14:06 | 769
Foto: Arquivo

O vereador Juliano Reis (Biju) apresentou requerimento, que aprovado pela Câmara, solicitando que a Copasa encaminhe informação detalhada àquela Casa,  do valor recebido em São Sebastião do Paraíso relativo ao fornecimento de água e tratamento de esgotamentos nos últimos 12 meses. Quer saber qual o custo operacional da rede de esgoto. O vereador requer seja também enviada cópia desses dados à Arsae.

Adiantou que se no prazo previsto não houver resposta ao questionamento, será a Copasa denunciada ao Ministério Público, com base na Lei de Transparência.

Biju apresentou à Câmara, e está em tramitação, projeto de lei que dispõe sobre a obrigatoriedade da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - Copasa - , providenciar  em 72 horas, a restauração de logradouros públicos (ruas, avenidas, calçadas, praças e canteiros ) ou em propriedade particular em São Sebastião do Paraíso, danificados por ela, em decorrência de execução ou reparo de obras.

De acordo com o projeto, nesse prazo o entorno da obra deverá estar sinalizado com placas de contenção, fitas zebradas, ou qualquer ferramenta que seja essencial para demarcar, isolar ou indicar a obra ou serviço de manutenção.  O projeto prevê que o desatendimento implicará na aplicação de multa a ser estipulada pela Prefeitura.

“Não queremos comprar briga, queremos segurança de modo garantir a integridade física. Sabe-se que a Copasa não pode ver uma rua nova, que em pouco tempo será rasgada, e não tem prazo para ser recuperada. Precisamos instituir esse prazo”, afirma.

O vereador disse que semana passada uma senhora caiu em buraco aberto em via pública pela Copasa. As placas estavam caídas não havia medidas de contenção, salientou. Em outros casos, segundo Biju, a empresa demora muito para retirar as placas. “Um morador me relatou que próximo à residência dele aconteceram sete acidentes, e obra do tamanho de um pires. Com suas mazelas a Copasa tem trazido risco para motociclistas e até mesmo para pedestres. Isso endossa meu projeto que prevê 72 horas para restauração de locais onde aquela empresa for executar pequenas obras ou reparos”.