EM PARAÍSO

Manifestantes vão ao Tiro de Guerra pedir intervenção das Forças Armadas

Por: Nelson de Paula Duarte | Categoria: Brasil | 31-03-2021 15:59 | 6191
Foto: Divulgação

Um grupo de manifestantes foi na manhã desta quarta (31/3) até a entrada da sede do Tiro de Guerra 04/025 em São Sebastião do Paraíso, portando cartazes com o pedido para que as forças armadas ofereçam garantia constitucional ao país. “O povo está sendo cerceado da liberdade de ir e vir, empresas fechadas e fechando, não aguentamos mais a canalhice do Supremo Tribunal Federal”, disse Eduardo de Abreu.

“Como em todo Brasil, aqui não podíamos nos furtar do manifesto em apoio a Bolsonaro e pedido para que as Forças Armadas intervenham em favor dos brasileiros, utilizando-se do artigo 142 da Constituição Federal, pois o povo está sendo cerceado da liberdade de ir e vir com desculpa da pandemia que não tem fim, empresas fechadas e fechando, funcionários demitidos e os ambulantes sendo humilhados e espancados por todo país”, enfatizou.

“Não aguentamos mais a canalhice do STF prendendo trabalhadores e soltando bandidos, a escolha tida como essencial para abrir, quando sabemos que todo serviço é essencial. Não se pode aglomerar, só que diminuem os horários de funcionamento, aí é que causa aglomeração, contas chegando e a fonte para ganhar dinheiro para tal liquidação sendo fechada”.

Eduardo questiona, “até onde o Brasil suportará governadores e prefeitos fechando tudo, e se não bastante, as vacinas estão sendo apenas alfinetadas nos braços de muitos idosos sem aplicar o líquido, isso é desumano. No look down só serviço essencial, daí lotam os supermercados e filas nos bancos e os templos religiosos  não podem funcionar,veja o que aconteceu em Aparecida que vivem de romarias, com a presença do chamado turismo religioso”, observa.

“Não podemos cruzar os braços e ficar em casa, mesmo com a pandemia que é a desculpa para o povo não sair às ruas. Muitos dos jovens não sabem o que é o comunismo e foram doutrinados nas escolas que tivemos ditadura após a revolução de 1964, mas nós que sabemos o que é notório, aconteceu em Cuba, na Venezuela e está acontecendo na Argentina, queremos um Brasil livre e não podemos vender ou leiloar para China, o que já vem acontecendo ( comprando parte do agronegócio). Aqui não, aqui é Brasil e lutaremos pela liberdade e democracia”, conclui Eduardo de Abreu.