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Helen Modas há 30 anos no comércio paraisense

Por: Nelson de Paula Duarte | Categoria: Cidades | 29-11-2021 13:32 | 838
Telma Pimenta Borges e Helen Fichina Pimenta Borges
Telma Pimenta Borges e Helen Fichina Pimenta Borges Foto: Nelson Duarte

Helen Fichina Pimenta Borges, cursou Magistério no Colégio Paula Frassinetti e chegou a lecionar por dois anos. Seus pais adoeceram, e ela optou em dedicar-se a eles. Casou-se com Sebastião Quirino Borges, com quem teve um casal de filhos, Thales e Telma. Conta que “sempre quis trabalhar”, e em dezembro de 1991 montou a loja, tendo uma sócia.

“O Sebastião me ajudou, e iniciamos onde atualmente é a lotérica, ao lado da igreja matriz na praça Comendador José Honório”.  A sociedade durou alguns meses e Helen resolveu que iria continuar a atividade juntamente com sua filha Telma Pimenta Borges, que cursou Magistério, Contabilidade e Administração de Empresas, e, já ajudava na loja desde o início.

“Não tínhamos necessidade de um cômodo grande porque optamos em trabalhar de forma diferenciada, focado em um segmento de clientes. Entramos num acordo, o espaço foi dividido, e agora em dezembro a loja completa 30 anos”. Desde então Helen Modas se estabeleceu na Praça Comendador José Honório, 127, centro da cidade.

Telma explica que no início era uma franquia de uma linha de confecções (Pakalolo), mas a fábrica encerrou suas atividades. “E isso acabou nos ensejando mudanças também. Tínhamos funcionárias, e optamos em ficar nós duas, eu e minha mãe. Vi a necessidade de trabalhar com confecções mais voltadas para público feminino, tamanhos maiores, mais difíceis de serem encontrados. E nos especializamos para atender o público de jovens senhoras, plus size que é nosso carro-chefe”.

Foi medida acertada que resultou numa expressiva carteira de clientes, sempre informadas sobre a chegada de novas confecções fornecidas por marcas que abastecem a loja.

Embora sempre presente, Helen passou a administração da empresa para Telma que diz de sua expectativa para o aumento de vendas neste fim de ano, até como forma de compensar o período de pandemia em que o setor de confecções foi um dos que mais foram impactados. “Vejo de maneira otimista, pensando positivo, mas com os pés no chão”, afirma.

“É necessário mais incentivo ao comércio, mais propaganda, de forma a conscientizar consumidores para que fiquem mais em Paraíso”, diz Helen Fichina Pimenta Borges.

Desde que se estabeleceu, sua empresa é associada à ACISSP. “Fiz vários cursos promovidos pela Associação, e utilizamos serviços disponibilizados por ela”, disse Telma.