MURO

Proprietário de residência teme nova queda de muro e pede providências a prefeitura

Por: Sebastião Tadeu Ribeiro | Categoria: Cidades | 08-11-2017 21:11 | 2259
Foto de Sebastião Tadeu Ribeiro

Há pouco mais de um ano o “JS” publicou matéria mencionando a queda de parte do muro do Cemitério da Saudade, onde faz divisa com uma edificação residencial frente para rua Professor Correia Pinto, no Jardim Canadá.
O proprietário da referida edificação, à época, receoso com a fragilidade da estrutura do muro vizinho, mandou construir muro de arrimo, concreto bem reforçado, para evitar a queda que poderia causar acidente com proporções irreparáveis.
Acontece que durante os trabalhos dos pedreiros na construção do muro de arrimo foi afetada a estrutura do alicerce do muro já existente, provocando a queda, nos arredores onde fica o necrotério. No local somente resta uma pequena área para construir novos túmulos.
A administração municipal à época exigiu que o proprietário do imóvel reconstruísse o muro que desabou, o que foi acatado pelo proprietário, aliás, muro bem feito, reforçado para proporcionar segurança para ambas as partes, área do cemitério e residência.
Devido ao temporal ocorrido no dia 30 de outubro, onde o vendaval chegou a 106 quilômetros por hora, naquele espaço onde reconstruído o muro de arrimo virou verdadeira represa. Felizmente não aconteceu nova queda, de vez que foi refeito com criterioso reforço na base de concreto.
O proprietário da edificação residencial está receoso que com o período chuvoso possa ocorrer a perda de tudo quando foi refeito, conforme disse, a um custo que chegou a R$ 30 mil.
O “JS” foi ao local para verificar e constatou, conforme fotos, que o muro resistiu à recente tempestade, porque de fato foi bem construído. Por outro lado, constatamos também que a Secretaria de Obras da Prefeitura provisoriamente mandou fazer uma valeta, passagem de água pluvial para que corra na referida canaleta até enorme boca de lobo e desaguar para dentro da rua Professor Correia Pinto. A valeta evita provisoriamente o acúmulo e represamento da água de chuvas, até que seja solucionado de vez o problema.