CONGADAS

Pedro Delfante lança novo livro sobre a tradição das Congadas

Por: Redação | Categoria: Entretenimento | 23-12-2017 14:12 | 2139
A acadêmica Edyna Maldi Borges e o escritor Pedro Sérgio Delfante
A acadêmica Edyna Maldi Borges e o escritor Pedro Sérgio Delfante Foto de Reprodução

O escritor paraisense Pedro Sérgio Delfante lançou na noite de 6 de dezembro, na Academia Paraisense de Cultura, onde é membro efetivo, ocupando a cadeira nº 11, seu sexto livro, sendo o terceiro deles com o Tema Congadas. Antes havia lançado Congadas: Ritmos, Cores e Sons, Tradição , fé e cultura popular e agora Congada: a fé que canta e dança.
A noite de lançamento contou com a participação do Terno de Congo Feminino "Filhas de Paraiso", que fez uma apresentação emocionante, agradando todo público presente.
A presidente do terno, Marilene Oliveira recebeu certificado de participação  em nome do "Filhas de Paraíso".
A acadêmica Edyna Maldi Borges, viúva do acadêmico fundador da Academia Paraisense de Cultura, Olavo Borges,  leu o prefácio da obra, escrito pelo seu marido, destacando que a publicação deste livro é muito oportuna pois aborda o tema do maior folclore paraisense, sendo Pedro Delfante  um dos poucos autores que disseminam as raízes de nossa terra, o amor que tem pela nossa Paraiso e sua gente. Virão gerações vindouras, mas o trabalho de Pedro pela cultura paraisense  ficará imortalizado eternamente", salientou.
O presidente da Academia Paraisense de Cultura, Reynaldo Formagio Filho, ressaltou a satisfação da APC  e de  seus membros em ver o lançamento de um trabalho que busca manter vivas as tradições culturais africanas e afro descendentes de Paraiso.
O também acadêmico e escritor Luiz Ferreira Calafiori, destacou que a Congada é fé, é tradição, é religiosidade, é riqueza étnica cultural, é alegria e emoção. É a festa do povo e Pedro Delfante destacou muito bem neste livro a tradição e a beleza das Congadas, sendo este livro um resgate histórico desta rica expressão da cultura popular. Pedro Delfante usou a palavra para agradecer, enaltecendo que seja pequena, mas sincera a contribuição  deste trabalho para o resgate e a preservação da nossa história. "E que os toques dos tambores sejam sempre da mais pura energia, pois as batidas do Congo representam as batidas de seu coração".