GILBERTO AMARAL

Gilberto Amaral

Por: Gilberto Amaral | Editoria: brasil | 09/08/2017 | Visualizações: 134

Marconi Perillo - Foto de Reprodução

OS TUCANOS SE BICANDO
Aécio Neves deixou a presidência e Tasso Jereissati ocupou interinamente. Está chegando à hora da eleição e não há melhor candidato do que o governador de Goiás, Marconi Perillo (foto). Ele fez do Estado um exemplo de trabalho em todos os setores. Da iluminação às estradas asfaltadas; do trânsito, o mais organizado; as cidades limpas, onde os governadores vão tomar “aulas” para produzir algo igual em seus estados. 


Basta 
Já está na hora de acabar com esse triunvirato de São Paulo, Minas e Rio de Janeiro ocupando a chefia da Nação. Basta! O Brasil é grande e tem nomes capazes de administrar o país com o mesmo zelo que administraram seus estados. Um exemplo disso é o governador Perillo. Por tudo que ele fez e faz, e também numa homenagem ao Estado de Goiás, onde JK escolheu para construir Brasília. 


O Brasil indignado
A indignação, a falta de respeito, os caras de pau sempre existiram em nosso pobre Brasil. Cada dia a situação fica mais vergonhosa como o recente episódio político que acabamos de assistir, onde os deputados deram um show de antipatriotismo, demonstrando mais uma vez que primeiramente vem os seus interesses e não os da Nação, e muito menos os do povo, que lhe outorgou o voto. Esta politicagem foi uma das maiores vergonhas que assisti no decorrer de toda minha vida. No dia da votação, o respeitado plenário Ulysses Guimarães virou um picadeiro de circo.


Correndo atrás
Apesar dos pesares, ninguém pode acusar o presidente Temer de desânimo diante da crise e de falta de capacidade e trabalho. É um homem sério, responsável e comprometido com os mais altos interesses do Brasil. Passou o domingo trabalhando com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira e com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na Reforma da Previdência.


Muita justiça
Quando se fala em reforma política é preciso que se fale também na reforma da justiça brasileira. Os presos vivem em cadeias que são verdadeiros pardieiros, vão a júri, depois passam pelos desembargadores, são soltos, a justiça manda prender, soltam, passam pelo Superior Tribunal de Justiça, voltam e chegam até o Supremo, que também não está resolvendo nada. Resultado: os processos estão empilhados até o teto em alguns gabinetes e, no final das contas, a Procuradoria-Geral da República manda prender e não prendem ninguém. 


Praça de guerra
Eles usam e abusam da segurança pública, matam soldados, matam crianças no ventre da mãe, assaltam o dia inteiro em Brasília, Rio de Janeiro e acolá. O crack virou o café da manhã dos marginais. Até o Exército foi chamado para colocar ordem nessa bandidagem que não tem como resolver. Na lista negra de tudo isso o Brasil galga os primeiros lugares. O que fazer? Só existe um para resolver este problema: Deus! E Jesus está chegando.


Deslumbramento 
É natural quando às pessoas tomam um novo rumo em suas vidas, principalmente para cargos mais elevados, aflorar o deslumbramento. É o caso do meu amigo João Dória (foto abaixo), que pela primeira vez na história política da Paulicéia Desvairada foi eleito prefeito no primeiro turno. Tomou posse, virou gari, se vestiu de bombeiro e saiu às ruas colocando a mão na massa. Isto tudo é natural para um jovem destemido e ansioso por cargos ainda maiores. 


Desafio
Quando Dória veio ser homenageado com um almoço oferecido pela PaulOOctavio, Fibra e Fecomércio, depois dos discursos e aplausos, o chamei em um canto e lhe fiz um desafio. “A você, que a cada dia que passa cresce mais no conceito dos eleitores paulistanos, faço um desafio: já existe um projeto para um hidroanel que tornará os rios que cortam São Paulo, navegáveis. Com seu arrojo eu acho que você conseguiria aliviar pelo menos um pouco o trânsito da capital paulista e incentivar o turismo, com iates e outros barcos”. Desafio feito! 


Em tempo
A última promessa de Dória é construir o Parque Augusta até 2018.


Raice


EFEITO NEYMAR
O jogador brasileiro transformou a capital da cultura, numa típica capital de país do futebol: multidão de fã nas ruas; imprensa que não fala de outro assunto, com horas de transmissão ao vivo e; fila de mais de 1h nas lojas para comprar a camisa 10 do PSG. Toda a cidade sob o efeito hipnótico do popular futebol tupiniquim. Na foto, o presidente do clube, Nasser Al-Khelaifi e Neymar seguram a tão cobiçada camisa.


Grande jogada
Ser sede dos Jogos Olímpicos 2024 não basta. Paris - com a ajuda de sponsors -, brilhantemente, soube associar sua imagem ao sucesso-story do brasileiro. A grande jogada de marketing deve impulsionar a economia da cidade (e do país!). Por temporada, serão vendidas cerca de 1 milhão da camisa 10 - pela bagatela de 140 euros -, sem falar dos produtos derivados, como muggs  bonés... O retorno do investimento inicial de 220 milhões de euros será rapidamente rentabilizado: financeiramente e em imagem.


Do futebol para a cozinha
Até o renomado chef Pierre Sang está surfando na onda verde e amarela. E twittou que vai revisar a cozinha brasileira no seu restaurante parisiense em homenagem a “Neymar, Daniel Alves, Marquinhos, Lucas, Thiago Silva e PSG.”


Leão francês
Mas a compra de Neymar pelo PSG agradou sobretudo ao ministro das Finanças Públicas francês. O atacante deve enriquecer os cofres públicos do país de cerca de 30 milhões de euros (praticamente 110 milhão de reais ao ano), somente com Imposto de Renda. Zlatan Ibrahimovic, que deixou o time parisiense em 2016, dissera que fazia mais pela França que François Hollande!

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