RECLAMAÇÃO CONGADAS

Morador cobra fiscalização em praça de alimentação da Congada em Paraíso

Por: João Oliveira | Editoria: cidades | 29/12/2017 | Visualizações: 16211

Cruzamento da rua Capitão Pádua com a Gedor Silveira - Foto de Reprodução

Apesar da Congada ser um evento esperado pela maioria dos paraisenses, às consequências em relação às ruas sujas entre outras questões não tem agradado a todos e tem sido motivo de reclamações. No cruzamento da rua Capitão Pádua com a Gedor Silveira, por exemplo, feirantes têm lavado chapas, grelhas entre outros instrumentos usados para a produção de alimentos e a água proveniente disto tem empoçado naquele local. Isto não agradou transeuntes que cobraram providências e chegaram a protocolar denúncia de danos ambientais na Vigilância Sanitária.
“É uma alegria imensa sabermos que nosso folclore é preservado e que a cada ano mais recursos estão sendo disponibilizados para o conforto da população, mas a que preço estes recursos para o bem-estar do povo, como as lanchonetes localizadas em um local único beneficiam a população se quem os contratou não exigiu que o descarte dos rejeitos da lavagem das chapas, grelhas, churrasqueiras e bacias de frituras fossem descartados e recolhidos em locais ambientalmente corretos”, questiona.
Segundo o reclamante,  desde o ano passado, quando se decidiu aglomerar as lanchonetes em frente à Biblioteca Municipal e ao banheiro público municipal, em uma única praça de alimentação, cidadãos têm percebido descaso com o meio ambiente e aos vizinhos daquele local. “Presenciamos o descarte dos rejeitos, diga-se água suja de óleos, detergentes, e sobras de comidas em uma pequena enxurrada de esgoto a céu aberto em pleno Centro de Paraíso, que também se empoça e é jogada para cima da calçada e dentro dos estabelecimentos comerciais quando os carros passam por ali”, afirma.
Ainda de acordo com o reclamante, durante o ano a Secretaria de Obras foi solicitada a fazer uma contenção ou escoamento melhor da enxurrada de água pluviais naquele local, para que não ficasse empoçada ao meio fio. Segundo afirma, o protocolo foi datado em 3 de agosto de 2017 e até o momento ninguém teria ido ao local para ver o problema. “Como nada está sendo feito por parte dos dirigentes que organizam a festa e nem foi feito nada pelo pessoal do Obras para providenciar a drenagem correta naquele local, adentramos com uma denúncia de danos ao meio ambiente junto ao setor de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde do município”, disse.

 

A PREFEITURA 
Em contato com o secretário de Obras do município, José Antônio Cintra, ele informou que deslocaria servidores da Secretaria até ao local para averiguar o problema e avaliar o que seria possível fazer para amenizar a situação; informou também que enviaria um caminhão pipa para lavar o local citado pelo morador. A Prefeitura informou também que a fiscalização sanitária vai ser intensificada por este motivo e que iria ao local orientar os ambulantes que caso continuasse os descartes, as barracas responsáveis seriam interditadas.

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