CRÔNICA DA CIDADE

Crônica de amor na areia hoje, amanhã e sempre

Por: Dr. Olavo Borges | Editoria: cultura | 03/03/2018 | Visualizações: 156

- Foto de Reprodução

Hoje, amanhã e sempre, cultivarei num vaso de esperança, o pensamento de que amar não é pedir a felicidade que nos falta, mas dar a alguém a alegria que nos resta.
Hoje, amanhã e sempre, reunirei todas as alegrias do mundo e ao vê-las num ramalhete colorido, farei chegar até você com tanto amor, que ficará um pouco de perfume em todas as mãos que oferecem e recebem flores. Hoje, amanhã e sempre, com amorável ternura, vou espargir emoções pelo seu caminho, sob a forma de sementes intocáveis, porque o mais importante é invisível aos olhos.
Hoje, amanhã e sempre, ficarei na espera vespertina do seu regresso, desde o arrebol dos sonhos até o crepúsculo da mais terna saudade plantada em sua estrada sob a forma de girassóis!
Pacientemente espero você. Mesmo que sua vinda seja tardia acalentando sentimentos de dor, no recôndito profundo do meu coração. Mesmo que a demora provoque cicatrizes nos refolhos da alma, mesmo assim, voarei sempre no céu da esperança como um pássaro ávido de amor, porque no mundo só existe: você, você... hoje, amanhã e sempre!

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