BOTA FORA

Bota Fora recebe 1.300 m³ de resíduos de construção por mês em Paraíso

Por: Roberto Nogueira | Editoria: cidades | 15/07/2018 | Visualizações: 7424

- Foto de Tiel/Jornal do Sudoeste

Criado em 2010 o Bota Fora é apontado como o lugar certo para descartar resíduos de construção no município de São Sebastião do Paraíso. Ele funciona em uma área a Rua José Honório dos Santos,165, no bairro Alto Bela Vista. “É um espaço que temos licenciado, onde recebemos os restos de materiais de construção civil, os resíduos das obras”, informa a secretária municipal de Meio Ambiente, Yara de Lourdes Souza Borges. 
No local onde é recebido o material um funcionário faz a verificação dos resíduos que chegam, confirmando a procedência se realmente são derivados de construções. As empresas que transportam este tipo de material são cadastradas junto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. “Elas adquirem os cupons que podem ser meio ou três metros cúbicos e cada caçamba depositada é concedido um cupom referente ao volume que é depositado”, observa. Grande parte do material é destinada para a manutenção das estradas rurais. “Hoje os resíduos saem in natura, mas a nossa intenção é termos uma usina de triagem para que possamos transformar em cascalho e utilizar também com a massa asfáltica”, acrescenta. 
Em média o bota fora recebe cerca de 1.300 m³ por mês de resíduos. “Ali também recebemos alguns volumosos. “Já temos este trabalho com as empresas, mas também atuamos na conscientização da comunidade para que se evite fazer o descarte deste material em local inadequado”, acrescenta. Embora a população esteja colaborando mais frente às campanhas de conscientização que estão sendo realizadas com a comunidade. “Paraíso é uma das poucas cidades da região que tem um local apropriado e regularizado para este fim e as pessoas precisam ter consciência do descarte correto”, anuncia Yara. 
A secretária informa que a administração está trabalhando arduamente para a implantação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. “É um trabalho importante que gera uma economia superior a R$ 25 mil ao mês com a aquisição de pedra brita”, enfatiza. Ela ressalta que as campanhas junto à comunidade são permanentes. “Jogar entulho em vias públicas é proibido por lei e quem gera resíduos durante a realização de obras e reformas é responsável por sua remoção e destinação”, aponta. Yara reforça que todo cidadão deve ser responsável e deve ajudar a fiscalizar quem atua na contramão da lei poluindo o meio ambiente.
Para o “bota fora” devem ser enviados materiais como sobras de concreto, blocos e tijolos quebrados, cacos de telhas e recortes de piso e azulejos. Para lá também devem ser levados produtos como restos de massa de gesso e cal, resíduos de reformas e demolição, pias, vasos sanitários e outras louças de banheiros deterioradas, além de monumentos quebrados. 
Conforme Yara Borges, é importante ressaltar que no entulho não pode ser misturado com lixo, tintas ou outras substâncias nocivas ao meio ambiente.
Também não devem ser enviados para este local, materiais como pneus, lâmpadas, madeira, latas de tinta e móveis velhos. Para mais informações os interessados podem ligar para o telefone 3558-5972. Para falar com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente para quaisquer esclarecimentos o contato deve ser feito através do telefone 3531-4816.

 

 

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