Curtas

Foto: Arquivo “JS”

Jardim Europa

Moradores denunciam as más condições da rua Letônia, onde uma canaleta construída com bloquetes está completamente danificada. Segundo relatos, o problema tem causado prejuízos a veículos que trafegam pelo local, além de comprometer a fluidez do trânsito.

Risco de acidentes

Outro ponto crítico é a situação dos bueiros. Algumas tampas de concreto estão deslocadas ou ausentes, com ferragens expostas, aumentando significativamente o risco de acidentes — casos já teriam sido registrados, conforme moradores. A ausência de calçadas agrava ainda mais o cenário, obrigando pedestres a dividir espaço com veículos em meio a obstáculos. Moradores cobram providências urgentes do poder público para garantir segurança e melhores condições de mobilidade na via.

Gedor esclarece

A Fundação Gedor Silveira informou que o último paciente do Hospital Gedor já estava de alta médica desde 24 de março, aguardando apenas retirada pelo município de origem, conforme fluxo da rede pública. A permanência era de caráter social e administrativo. Com a saída, a entidade considera encerrado o ciclo assistencial da unidade neste momento.

Descaso

A paralisação do Hospital Gedor Silveira escancara a fragilidade e a falta de prioridade das políticas públicas de saúde mental. Referência no atendimento via SUS para mais de 150 municípios, a unidade — construída com esforço da sociedade paraisense, iniciativa de lojas maçônicas e instituições espíritas — vê seu ciclo interrompido não por ausência de demanda, mas por entraves burocráticos e falta de encaminhamentos. A consequência imediata é o risco de desassistência e sobrecarga em outros serviços.

Mais carentes

A decisão que culmina na interrupção das atividades do Hospital Gedor Silveira, baseada em ação proposta pelo Ministério Público, de anos anteriores, desconsidera avanços, reformas e adequações realizadas ao longo do tempo. O fechamento, na prática, penaliza principalmente a população mais carente, que perde um dos poucos centros especializados em saúde mental no Estado de Minas.

Prazo final

O chefe do cartório eleitoral da 200ª Zona Eleitoral de São Sebastião do Paraíso, Danilo Nascimento Borges, alerta que se aproxima o prazo final, em 6 de maio, para alistamentos, transferências e revisões com cadastramento biométrico visando às eleições de 2026.

Plantão no feriado

O Cartório Eleitoral funcionará em regime de plantão nos dias 1º, 2 e 3 de maio, das 9h às 17h. Já nos dias 4, 5 e 6, o atendimento será no horário habitual, das 12h às 17h. Os atendimentos serão realizados por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento prévio. Para o atendimento, é necessário apresentar documento oficial com foto e comprovante de endereço recente, em nome próprio ou dos pais, ou documento que comprove o vínculo.

Energia mais cara

A conta de luz terá aumento no mês de maio com a adoção da bandeira tarifária amarela, anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica. A medida vale para todo o país e implica custo adicional de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos, elevando o valor final pago pelos consumidores.

MEMÓRIA PARAISENSE

Em 2 de maio de 1942 o ministro Salgado Filho visitou São Sebastião do Paraíso. Logo após o almoço, um avião bimotor da FAB modelo C47, decolou do Campo de Marte em São Paulo com destino a São Sebastião do Paraíso. Dois jovens pilotos transportavam dois ilustres passageiros, um empresário paulista, vice-presidente do Jóquei Clube do Brasil e o ministro da Aeronáutica Joaquim Pedro Salgado Filho. O objetivo era inspecionar o aeroclube, fundado há pouco mais de um mês, em primeiro de abril. À época dirigido pelo aviador Armando Marin, o aeroclube se localizava nas imediações da atual Avenida Itália.