Alerta
Um
furto registrado em um estabelecimento comercial de São Sebastião do Paraíso
acendeu o sinal de alerta entre comerciantes. Imagens de câmeras de segurança
mostram duas mulheres agindo de forma coordenada. Enquanto uma distraía o
ambiente, a outra aproveitou que a bolsa de uma cliente estava aberta e,
simulando observar produtos da loja, retirou discretamente um aparelho celular.
A dupla deixou o local antes que o crime fosse percebido.
Dupla
Apesar
das imagens registradas pelo circuito interno de segurança, as suspeitas não
foram presas. Há a suspeita de que não sejam moradoras de São Sebastião do
Paraíso e tenham vindo à cidade apenas para praticar esse tipo de furto. O caso
alerta a necessidade de atenção redobrada por parte dos consumidores,
especialmente em locais de movimento mais intenso, aglomerações, evitando
deixar bolsas abertas ou objetos de valor facilmente acessíveis.
Antes que seja tarde
Vereadores
sugeriram medidas que regulem a circulação de bicicletas elétricas, patinetes e
ciclomotores em São Sebastião do Paraíso. A proposta é regulamentar o uso
desses veículos antes que o aumento da frota e a falta de fiscalização
transformem o problema em rotina.
Veículos “destravados”
Ponto
levantado é a informação de que alguns desses veículos, originalmente limitados
a cerca de 35 km/h, estariam sendo modificados para atingir velocidades
maiores. Se confirmada, a prática aumenta o risco de acidentes e reforça a
necessidade de fiscalização.
Cena preocupante
Segundo
informações, aos sábados é comum ver, no bairro San Genaro, menores de idade
conduzindo mencionados veículos sem capacete e até empinando em vias públicas.
Um retrato preocupante de uma realidade que exige educação, fiscalização e
regras claras antes que ocorram acidentes mais graves.
O elo mais esquecido
Quase
20 anos após o início da concessão da MG-050, São Sebastião do Paraíso continua
entre os trechos que menos receberam investimentos. Construiu-se um trevo considerado
acanhado, de traçado questionado e sinalização alvo de críticas. A prometida
duplicação pelo menos até o Terminal Rodoviário Angelo Scavazza simplesmente
desapareceu do discurso. Usuários reclamam das condições do pavimento, que em
diversos segmentos apresenta irregularidades, enquanto duplicações não existem,
e até terceiras faixas, continuam sendo reivindicadas.
Duas décadas
Falta
de recursos não pode ser alegado. Apenas entre os dias 20 e 31 deste mês, a
concessionária estima a passagem de 430 mil veículos pelo sistema. Arrecadação,
ao que tudo indica, não falta. O que os usuários ainda aguardam é que parte
desse volume de recursos se traduza em obras capazes de justificar o pedágio
pago há quase duas décadas.
Mais fraco
A
construção civil em Minas Gerais iniciou 2026 em ritmo mais fraco que o
observado no país. Segundo o Boletim da Construção, elaborado pela Gerência de
Economia da FIEMG, o PIB do setor no estado caiu 3,7% no primeiro trimestre do
ano, enquanto o Brasil registrou crescimento de 1,3% no mesmo período. Na
comparação com o trimestre imediatamente anterior, a diferença também é
significativa. A construção mineira recuou 0,2%, ao passo que a atividade
nacional avançou 2,9%.
MEMÓRIA
PARAISENSE
Em
16 de julho de 1912 foi
criado pelo decreto estadual nº 3.613, o “Grupo Escolar de São Sebastião do
Paraíso”, que posteriormente foi denominado Grupo Escolar “Campos do Amaral”.
Instalado em 31 de janeiro de 1916 e tendo iniciado suas atividades no dia 1.º
de fevereiro do mesmo ano, a partir de 31 de dezembro de 1997 se tornou Escola
Municipal “Campos do Amaral”. Seu nome é uma homenagem à memória do político e
ilustre cidadão José Luiz Campos do Amaral Júnior que, enquanto deputado
estadual, conseguiu que a Assembleia Legislativa Mineira aprovasse a lei que
cria o primeiro grupo escolar da cidade. Anteriormente à criação do grupo,
muitos mestres mantinham classes em suas próprias residências, sendo que, em
1853, João Cândido Pinto Ribeiro foi o primeiro professor que se tem notícia na
cidade. (Do livro Efemérides Paraisenses)

